<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-31051959</id><updated>2011-09-14T00:35:39.654-03:00</updated><title type='text'>Apenas tente.</title><subtitle type='html'>Just try. Prova giusta. Essai juste</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://apenastente.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apenastente.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>léo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11297684982017646747</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_cbUH4WPw7tc/SScxowHwx8I/AAAAAAAAABE/aQXWUDIPqsg/S220/PRAIA_1.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>17</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31051959.post-3994706860544275991</id><published>2009-10-01T18:53:00.001-03:00</published><updated>2009-10-01T18:53:32.633-03:00</updated><title type='text'>O Velho</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;O chiado do toca-discos ao chegar ao fim do LP ecoava pela pequena sala. Os velhos dedos levantaram lentamente a agulha e, com mais paciência ainda, viraram o antigo disco. Agora a agulha descia cuidadosamente até o primeiro sulco do vinil. Pronto, o som de décadas passadas voltava a soar pelos cômodos da casa. Os mesmos velhos dedos alcançam o surrado violão encostado na parede. Sentado na cadeira, tocava e cantava suavemente com sua voz cansada e abatida pelos erros e vícios da juventude.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;A sala era bem mobiliada, mesas, sofás e televisão novos, apenas o velho, o aparelho de som e violão contrastavam com o ambiente enxuto. Estava sozinho, a esposa estava viajando, os filhos já tinham tocado suas vidas, apenas seu cachorro o acompanhava, deitado no sofá admirando seu dono. Dos três filhos apenas um tentou seguir o sonho do pai de ganhar a vida com música, apesar de todos receberem uma educação musical na infância. E este único conseguiu, para orgulho do velho patriarca.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Desde pequeno, sempre sonhava com grandes shows e performances, em escrever seu nome na musica. O máximo que conseguira foi alguns shows em bares e casas noturnas de sua cidade e estado. Na infância, nunca levou a prática do instrumento a sério, e, quando levou, a faculdade e trabalho impediram-no de seguir seu sonho. Apesar disso se formou e virou um profissional de sucesso em um ramo completamente independente da música. Ganhou dinheiro, comprou uma casa, casou, teve filhos, se aposentou, mas ainda faltava alguma coisa. Dizem que todo homem tem que escrever um livro e plantar uma árvore, mas isso não completava suas necessidades. Ele sabia o que faltava, mas se não conseguira até agora; porque tentar novamente? Provavelmente ele não era, simplesmente, bom o suficiente.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;O &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;long-play&lt;/i&gt; chegava a sua música favorita, a sua palhetada e voz suave ganharam força enquanto a musica tocava. Sentiu-se bem novamente, como quando era um jovem sonhador. Levantou com pressa, pegou um lápis e um bloco e começou a rabiscar letras enquanto fazia acordes no violão. Somente agora ele tinha percebido, tinha tempo, dedicação e dinheiro. Será mesmo que não vale a pena tentar novamente?&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31051959-3994706860544275991?l=apenastente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apenastente.blogspot.com/feeds/3994706860544275991/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31051959&amp;postID=3994706860544275991' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/3994706860544275991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/3994706860544275991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apenastente.blogspot.com/2009/10/o-velho.html' title='O Velho'/><author><name>kaxopa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08119212647347471202</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ra5J6_wLy-s/TUdz4-DalLI/AAAAAAAAADo/dXW5iUbAmgE/s220/buenos%2Baires%2B%2528336%2529.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31051959.post-5988913230664580562</id><published>2007-06-13T00:56:00.001-03:00</published><updated>2007-06-13T00:56:59.711-03:00</updated><title type='text'>Pierrot</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;Acabou. Terminou de vez. Já se passava da meia-noite quando após horas a fio de estudo improdutivo tomei a decisão de dar um fim no meu sofrimento.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Após receber mais uma negativa para algum pequeno compromisso que seja, uma peça de teatro, um cineminha ao fim da semana, um petisco qualquer na esquina do supermercado. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nada, todos negados.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ela afirma ser por causas superiores, vontades alheias as dela, mas eu não consigo admitir. Como assim. Como após meses de amor intenso tudo pode ser apagar de uma hora para outra, como tudo aquilo de bom que havíamos construído evaporou da mente dela como água em ebulição fervorosa.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eu sofro. Na kitnet apertada, tocando músicas tristes e melancólicas na velha viola de família, com o copo ao lado cheirando a fumaça, tentando esquecê-la; eu sofro.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Paro pra pensar: Diabos, que assunto mais clichê, sofrer de amor!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eu deveria estar por aí, na farra, como fazem os jovens de hoje em dia. Muita bebedeira, curtição e agarração sem compromisso nenhum, gozando do imaculado livre arbítrio da juventude.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Confesso que já tentei. Já tive outras mulheres além dela. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aquelas que chamam de mulheres "fast-food".&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas mesmo acordando no dia seguinte ao lado de um fenômeno da natureza - belas curvas, belos músculos, belos cabelos; e mesmo após adentrar e preencher com voracidade a alma e corpo de outrem durante a noite; eu acordo vazio. Triste, melancólico como uma caminhada numa praia a mercê de densa neblina.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por que meu Deus?! Por quê?! &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por que os seres-humanos, famosos por tanta racionalidade e inteligência, sofrem desse mal burro, egoísta e teimoso com a alcunha de amor?!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"É o que dá graça à vida!" – diria algum &lt;em&gt;bonvivant&lt;/em&gt; que também, no fundo de um coração malandro, já sofreu por alguém por culpa do amor.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pois se é pra dar graça à vida, obrigado; essa graça eu não quero não senhor.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas... oh sim! &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não nos esqueçamos da sublime fase enquanto o amor é concreto, palpável, compartilhável entre duas partes. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Juras eternas, abraços infinitos, beijos eloqüentes!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como é bom amar e ser amado.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Viver e compartilhar. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ser egoísta de querer possuir um ser tão insignificante para a grandeza do universo só para si. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E mesmo assim nós juramos: "Te amo! Do tamanho de mil universos inteiros, meu amor!"&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como o amor é bobo, mimado, dengoso e superprotegido.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando se está amando é só ele que importa! AMOR, eu e nada mais!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assim fica fácil entender a dor aguda no peito, a angústia na boca do estômago, as tremedeiras de choro na cama de madrugada durante uma data especial quando tudo se acaba.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O mundo desaba, o chão desaparece, as paredes se tornam pequenos caixotes; você pensa que vai morrer ali mesmo, no mesmo quarto que já presenciou as mais irrefutáveis provas de amor...&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pior é quando, como se não bastasse somente essa dor alucinante, vem o dito arrependimento.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Palavra que deveria ser suprimida do dicionário, da vida, da terra, do universo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Melhor é ser abandonado do que abandonar um grande amor e depois se arrepender profundamente.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ficar pensando se não já havia encontrado a alma gêmea, a metade da laranja, o amigo-do-lado-esquerdo-do-peito, a mulher, a companheira, a mãe, a vó, enfim... &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Encontrou e deixou escapar por entre os rudes e insensíveis dedos que não souberam apreciar a maciez da pessoa que ofereceu "todo o amor desse mundo" só e somente para você.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dói, dói muito.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E eu não desejo isso pra ninguém.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nem mesmo para o Bush ou para o Lula.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31051959-5988913230664580562?l=apenastente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apenastente.blogspot.com/feeds/5988913230664580562/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31051959&amp;postID=5988913230664580562' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/5988913230664580562'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/5988913230664580562'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apenastente.blogspot.com/2007/06/pierrot.html' title='Pierrot'/><author><name>léo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11297684982017646747</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_cbUH4WPw7tc/SScxowHwx8I/AAAAAAAAABE/aQXWUDIPqsg/S220/PRAIA_1.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31051959.post-7745776161398549552</id><published>2007-05-20T20:55:00.000-03:00</published><updated>2007-05-20T20:57:01.753-03:00</updated><title type='text'>O Escrivão</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Monitor, teclado, mouse. Tudo aquilo estava a sua frente e ele não conseguia escrever nada. Nem ao menos olhava para a tela do monitor para ver o que estava escrevendo. “Ninguém vai ler mesmo, então não importa se eu escrever errado” – pensava.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ele precisava escrever, mas não sabia o porquê. Ultimamente vinha tendo essa vontade. Sempre que ele via postagens em flogs e blogs dizendo , após  um longo texto, que escritor agora estava bem melhor após todas as injúrias e raivas postas para fora em simples bytes de palavras, sentia necessidade de escrever também. Ele queria desabafar, escrever tudo aquilo que estava preso em seu peito mas que ele não podia, ou não conseguia, dizer para ninguém mais. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Meia hora depois ele continua na primeira linha; já havia escrito um parágrafo inteiro, porém achou ruim e apagou: “Quisera eu ter prestado atenção às aulas de redação...”. Sua criatividade também não andava lá essas coisas. Ele só queria entender por que sentia aquela sutil depressão que teimava em continuar no seu peito, esmagando seu coração e sua alma aos poucos. Afinal, ele tinha uma vida ótima; estudava, tinha já um estágio, possuía dinheiro suficiente para se divertir com os amigos, havia também seus amigos que ele pensava ser bons amigos. Contudo ele sabia que de nada adiantava tentar camuflar sua tristeza ocupando a cabeça com os amigos, com os estudos ou até mesmo com a bebida nos fins-de-semana.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ele precisava escrever. Quem sabe escrevendo não encontrava a resposta para a sua ansiedade, quem sabe talvez até não conseguiria ir apagando sua tristeza ao escrever para um computador mudo e sem reação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Já se foram dois parágrafos;  “Acho que peguei o ritmo...”, ele pensa sem muita felicidade. O processo é doloroso e massacrante; quanto mais escreve, mais a dor miúda no peito vai aumentando de intensidade. É como limpar um corte profundo, dói muito, muito mesmo, mas é necessário para a saúde mental e emocional.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Já podendo notar pingos de suas lágrimas na mesa ele não parou; não agora, não quando ele finalmente conseguiu transpor a barreira e entrar no super-protegido mundo povoado pelos seus traumas e por suas fraquezas. Ele queria de qualquer forma entender essa alucinante dor em sua alma.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ficou escrevendo por toda a madrugada e decidiu que não iria para a faculdade naquela manhã e nem ao estágio pela tarde. Queria dormir profundamente pra quem sabe escrever mais na noite seguinte.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Dormiu por horas e acordou atordoado. Após o sonho que parece que durou infinitas horas ele agora sabe aquilo o qual lhe causa toda essa angústia. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Liga o monitor, abre o editor de texto. Sente as lágrimas secas nas teclas. Está decidido a escrever ferozmente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Vai escrever sobre o que domina sua alma e seu mundo...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Escreverá sobre ela.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31051959-7745776161398549552?l=apenastente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apenastente.blogspot.com/feeds/7745776161398549552/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31051959&amp;postID=7745776161398549552' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/7745776161398549552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/7745776161398549552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apenastente.blogspot.com/2007/05/o-escrivo.html' title='O Escrivão'/><author><name>léo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11297684982017646747</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_cbUH4WPw7tc/SScxowHwx8I/AAAAAAAAABE/aQXWUDIPqsg/S220/PRAIA_1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31051959.post-4778454738591399792</id><published>2007-05-08T21:47:00.001-03:00</published><updated>2008-10-02T00:20:29.984-03:00</updated><title type='text'>8</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;Vi um mendigo pedindo esmolas.&lt;br /&gt;- Qual seu nome? - perguntei.&lt;br /&gt;- Não lembro.&lt;br /&gt;- Como alguém pode esquecer o próprio nome?&lt;br /&gt;- Isso não é nada. Pior são as pessoas, que&lt;br /&gt;passam por mim e esquecem que sou gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BOTTER, Nelson. 'Distraídos' (www.blonicas.zip.net)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;___________________________________________________________&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31051959-4778454738591399792?l=apenastente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apenastente.blogspot.com/feeds/4778454738591399792/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31051959&amp;postID=4778454738591399792' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/4778454738591399792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/4778454738591399792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apenastente.blogspot.com/2007/05/8.html' title='8'/><author><name>léo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11297684982017646747</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_cbUH4WPw7tc/SScxowHwx8I/AAAAAAAAABE/aQXWUDIPqsg/S220/PRAIA_1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31051959.post-116544990442616238</id><published>2006-12-06T22:03:00.000-02:00</published><updated>2006-12-07T13:53:20.160-02:00</updated><title type='text'>Chá-de-liberdade</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Três fases e um fio-terra. Beatriz observa a fiação urbana através da janela fumê. Ela sabe que deviria estar prestando atenção na aula, afinal ainda periga um exame final &lt;st1:personname productid="em física. Sabe" st="on"&gt;em física.  Sabe&lt;/st1:personname&gt; também que deveria estar dando mais valor à vertiginosa proximidade do vestibular. Contudo, ela só consegue raciocinar em volta de uma questão: o que diabos eu estou fazendo aqui?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ter consciência de que apenas mais algumas horas diárias de estudo a faria uma aluna capaz de passar em qualquer teste é o que a deixa mais confusa. Queria ela ter o empenho e a concentração necessários para o estudo; queria ela permanecer um dia inteiro compenetrada no meio de livros, apostilas e resumos. Ela não consegue. E o pior, nem ao menos a causa de toda essa angústia ela entende.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Por que deveria sentir culpa de passar o dia inteiro tocando um instrumento, dançando, cantando ou atuando? Beatriz não consegue compreender o real motivo pelo qual as pessoas, durante um longo período, sentirem-se necessidade de acordar numa determinada hora da manhã, comer e arrumar-se apressadamente, se dirigir para o mesmo lugar de sempre e ficar por no mínimo quatro horas aprendendo sobre matérias de forma extremamente obrigatória. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Se eu não me redimir a esse sistema serei um fracasso na vida? As pessoas em volta me olharão com desprezo? Morrerei de fome e frio abandonada por uma sociedade que supervaloriza a auto-flagelação em prol do sucesso financeiro? – Beatriz questiona-se – Qual é o mal em apenas não aceitar a “receita do sucesso” imposta pela sociedade? &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Serei mesmo estereotipada por uma sociedade que se diz correta e elege como seus governantes estrelas da TV e ex-presidentes cassados?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Para Beatriz tudo já alcançou seu nível máximo de sustentação. Chega de tentar integrar-se a um povo tão hipócrita. Não há mais motivo para ser obrigada a ouvir coisas do tipo, “no poste elétrico da nossa querida cidade há três fios de fases distintas com seus respectivos fluxos elétricos e um fio-terra para evitar danos aos eletroeletrônicos”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O sinal da quinta aula acaba de soar. Beatriz se levanta assim como a maioria da turma o faz. Porém não para daqui a dez minutos retornar ao mesmo lugar o qual ela tem certeza que a grande maioria da turma também não gostaria de estar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ela desce as escadas e avança pelo semi-cerrado portão de ferros e cadeados pertencente ao estabelecimento que promete “liberdade” aos seus “alunos”. Um amigo apressado e mal-arrumado que estava chegando atrasando pergunta aonde ela está indo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Beatriz, com um meigo sorriso estampado em sua boca, responde que irá tomar um “chá-de-sumiço”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Foi a última vez que algum ocupante da cancela que ela deixou para trás a viu. Há suspeitas de que Beatriz teria se envolvido com o tráfico e sumido no submundo. Afinal, qual outro motivo uma menina daquela teria para largar um futuro tão brilhante e promissor?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;   &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31051959-116544990442616238?l=apenastente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apenastente.blogspot.com/feeds/116544990442616238/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31051959&amp;postID=116544990442616238' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/116544990442616238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/116544990442616238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apenastente.blogspot.com/2006/12/ch-de-liberdade.html' title='Chá-de-liberdade'/><author><name>léo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11297684982017646747</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_cbUH4WPw7tc/SScxowHwx8I/AAAAAAAAABE/aQXWUDIPqsg/S220/PRAIA_1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31051959.post-116121519751922390</id><published>2006-10-18T20:40:00.000-03:00</published><updated>2006-10-18T20:46:37.530-03:00</updated><title type='text'>Poetinha Mixuruca</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;VAGO&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Aluga-se  um Canto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Vista para o Atlântico &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Romântico, Semântico&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Lambdas completos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Em ondas de amores Honestos,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Incestos, Repletos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31051959-116121519751922390?l=apenastente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apenastente.blogspot.com/feeds/116121519751922390/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31051959&amp;postID=116121519751922390' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/116121519751922390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/116121519751922390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apenastente.blogspot.com/2006/10/poetinha-mixuruca.html' title='Poetinha Mixuruca'/><author><name>léo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11297684982017646747</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_cbUH4WPw7tc/SScxowHwx8I/AAAAAAAAABE/aQXWUDIPqsg/S220/PRAIA_1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31051959.post-116001160326837306</id><published>2006-10-04T22:26:00.000-03:00</published><updated>2006-10-04T22:26:43.270-03:00</updated><title type='text'>Minha Primeira Vez</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; font-family: verdana;"&gt;É hoje. Mal abri os olhos e foi esse o primeiro pensamento que me veio à cabeça. Não posso mais adiar, continuei na cama a refletir, o que vão pensar de mim se eu nunca fizer? Afinal, não vou ser o primeiro nem o último da história a praticar tal ato. Está decidido, de hoje não passa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style=""&gt;                    &lt;/span&gt;            &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O café desceu mais amargo que o habitual; notei que já estava entrando em um grau acentuado de nervosismo e o relógio estava marcando apenas sete e quinze da manhã. Pus-me então a pensar sobre o assunto, já que não adiantava tentar disfarçar posto que só aumentaria minha apreensão. A primeira vez não é nada fácil, imagine então uma primeira vez numa cidade desconhecida, sem família nem amigos para que possam oferecer senão apoio, ao menos um diálogo confortante.&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; font-family: verdana;"&gt;Aquele corpo ali, deitado, esperando por você. Como se existisse apenas uma única pessoa capaz de realizar a proeza dentre as milhares do mundo. Uma sutil entrega, fazendo com que você tenha, mesmo que por instantes breves, o poder de trazer uma nova vida de dentro da pessoa. Ação que parece ser até mesmo, heróica. Eu precisava de calma. Afinal, em teoria, já havia aprendido como agir. No curso, falávamos tantas vezes sobre o mesmo tópico que já era enfadonho discorrer sobre tal. Contudo, uma coisa era sabida e temida por todos nós, nervosismo naquelas horas só atrapalha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; font-family: verdana;"&gt;Quantas não foram as vezes nas quais nossas mães, orgulhosas de si, narraram e discutiram sobre ao assunto. Algumas contam com tantos detalhes que surpreendem até o mais experiente. É claro que também há aquelas que não gostam nem de relembrar suas experiências, aliás, o que é mais habitual. Elas dizem que dói; que dá um nervoso, uma sensação de não ter controle sobre o próprio corpo. Paradoxalmente, dizem que passariam por tudo novamente só para ter toda a alegria indescritível quando todo o processo acaba. Um tanto quanto masoquistas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; font-family: verdana;"&gt;Pesando prós e contras, parti então receoso a fim de exercer meu dever. Afinal, foi para tal que me formei. Sou médico, vivenciando minha primeira residência em um hospital público do centro da cidade. Realizei com sucesso meu primeiro parto. Às quinze horas e sete minutos, vinte e um de janeiro do ano de mil novecentos e noventa e seis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31051959-116001160326837306?l=apenastente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apenastente.blogspot.com/feeds/116001160326837306/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31051959&amp;postID=116001160326837306' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/116001160326837306'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/116001160326837306'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apenastente.blogspot.com/2006/10/minha-primeira-vez_04.html' title='Minha Primeira Vez'/><author><name>léo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11297684982017646747</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_cbUH4WPw7tc/SScxowHwx8I/AAAAAAAAABE/aQXWUDIPqsg/S220/PRAIA_1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31051959.post-115825466443768860</id><published>2006-09-14T14:16:00.000-03:00</published><updated>2006-09-14T14:24:24.456-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: verdana;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Nessa segunda-feira, soubemos da morte do nosso querido professor Gilson. Não tenho muito que dizer. Não quero fazer um discurso, nem nada do tipo, só quero pedir algumas coisas:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: verdana;font-family:verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" face="verdana" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;- Paz.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="verdana" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;- Vote com sabedoria. Não gaste seu voto à toa. Pesquise, reflita, escolha corretamente, para que o Brasil melhore, e tragédias como essa não ocorram. Somos uma democracia, se botamos a culpa no governo, estamos culpando a nós mesmos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" face="verdana" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style=""&gt;       &lt;/span&gt;- Só existe trafico de drogas com o uso de drogas. Se você usa drogas, tem um dedo seu em crimes como esse.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.clicrbs.com.br/clicnoticias/jsp/default.jsp?tab=00002&amp;newsID=a1285709.htm&amp;amp;subTab=02618&amp;uf=2&amp;amp;local=18&amp;l=&amp;amp;template=2503.dwt&amp;section=Not%EDcias"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;Obrigado&lt;/p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://img.photobucket.com/albums/v353/nostalgic_of_libera/gilsonamigo.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 320px;" src="http://img.photobucket.com/albums/v353/nostalgic_of_libera/gilsonamigo.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Para mais informações sobre o ocorrido, clique &lt;a href="http://www.clicrbs.com.br/clicnoticias/jsp/default.jsp?tab=00002&amp;newsID=a1285709.htm&amp;amp;subTab=02618&amp;uf=2&amp;amp;local=18&amp;l=&amp;amp;template=2503.dwt&amp;section=Not%EDcias"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31051959-115825466443768860?l=apenastente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apenastente.blogspot.com/feeds/115825466443768860/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31051959&amp;postID=115825466443768860' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/115825466443768860'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/115825466443768860'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apenastente.blogspot.com/2006/09/nessa-segunda-feira-soubemos-da-morte.html' title=''/><author><name>kaxopa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08119212647347471202</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ra5J6_wLy-s/TUdz4-DalLI/AAAAAAAAADo/dXW5iUbAmgE/s220/buenos%2Baires%2B%2528336%2529.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31051959.post-115765741241511326</id><published>2006-09-07T16:28:00.002-03:00</published><updated>2008-10-02T00:16:16.930-03:00</updated><title type='text'>Finais Alternativos</title><content type='html'>&lt;p style="font-family: verdana;" class="MsoNormal"&gt;Achei meio parado e suspenso o final do meu último post, então fiz alguns finais alternativos. [se não leu o post “Fredo”, leia, ou não vai entender porra nenhuma]&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;Final I (dedicado ao Léo)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Fredo pisou os pés na calçada. Estava caindo uma fina garoa naquela manhã de verão. As gotas caiam no seu rosto, provocando uma sensação que a tempo não sentia. A emoção era tanta, que não notou o caminhão vindo em sua direção ao atravessar a rua. Não sentiu dor, mas morreu feliz. Agora a única lembrança de Fredo é uma placa na mesa em que sentava.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;Final II (dedicado ao Samuel e Lucas)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Quando Fredo estava pegando suas coisas para se levantar, uma senhora de idade, sentada nos fundos da biblioteca começa a vasculhar sua bolsa, e dela puxa uma espingarda calibre 12. Calmamente ela se levanta e começa a atirar gritando: “&lt;i style=""&gt;Morram malditos miseráveis!&lt;/i&gt;”. Fredo se joga em baixo da mesa enquanto vários gritam e correm desesperados. Ele olha a mesa de Norma, e vê seu corpo jogado no chão, banhado de sangue. Ao ver que a velha recarregava, Frederico corre para a rua, mas quando cruzava a porta e sentia o sol no seu rosto, é atingido pela velha, e morre, deixando para trás todas as suas pesquisas sobre o pote de pipoca sem fundo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;Final III (dedicado à Haru)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;[...]Um sorriso se abriu, revelando os dentes amarelados pelo café, e ele se levantou gritando animado, “&lt;i&gt;Acabei!”&lt;/i&gt;. A biblioteca parou e todos o olharam. Ele recolheu suas coisas, cumprimentou Norma e saiu da biblioteca com um largo sorriso no rosto. Ninguém entendeu nada, e ele nunca mais voltou. Logo após a saída de Fredo, entra um rapaz loiro, alto, de cabelo comprido, olhos azul-esverdeados e aspecto trolesco. Ele caminha até Norma, e, com a mão apontando a cabeça, diz: “It’s all in the mind, you know...”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31051959-115765741241511326?l=apenastente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apenastente.blogspot.com/feeds/115765741241511326/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31051959&amp;postID=115765741241511326' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/115765741241511326'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/115765741241511326'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apenastente.blogspot.com/2006/09/finais-alternativos.html' title='Finais Alternativos'/><author><name>kaxopa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08119212647347471202</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ra5J6_wLy-s/TUdz4-DalLI/AAAAAAAAADo/dXW5iUbAmgE/s220/buenos%2Baires%2B%2528336%2529.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31051959.post-115757726363545475</id><published>2006-09-06T18:12:00.000-03:00</published><updated>2006-09-11T09:46:38.383-03:00</updated><title type='text'>Fredo</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;          A biblioteca da universidade estava lotada. Estudantes, sentados nas velhas mesas de madeira escura, faziam pesquisas, debruçados sob pilhas de livros, outros caminhavam entre as altas estantes cheias de livros, procurando algo de interesse. No horário da manhã o movimento sempre era grande, e as bibliotecárias sempre passavam trabalho para organizar a bagunça deixada pelos freqüentadores. Alguns eram tão assíduos que eram conhecidos por nome e sobrenome, número da carteirinha e curso. Mas nenhum era tão conhecido como Fredo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Fredo era uma lenda na biblioteca, estava por lá a cerca de vinte e cinco anos. Poucos sabem muita coisa sobre ele, sua história é envolta de lendas e mistérios. A única funcionária que estava lá no dia em que ele chegou era Norma, a bibliotecária chefe, uma senhora simpática, de baixa estatura e cabelos grisalhos, que sempre tinha um sorriso nos lábios, entretanto ela sempre desconversa quando perguntada sobre Fredo. Quando fala alguma coisa, diz apenas: “&lt;i style=""&gt;Frederico é apenas um rapaz ocupado&lt;/i&gt;”. A lenda mais conhecida sobre ele, é que em um dia de chuva, Frederico, um estudante de medicina, foi à biblioteca fazer um trabalho sobre anatomia, e ficou dias tentando acabá-lo, mas na sétima noite do sétimo dia, ele ficou louco e nunca mais saiu de lá. Outras lendas dizem que ele foi possuído pelo espírito do arquiteto; mas são apenas histórias.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" face="verdana" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;No começo, achavam que ele sairia logo, mas todo dia pegava mais livros para estudar. Quando acabaram os de medicina, ele passou para matemática e agora estava acabando os de física. Como nunca saia da biblioteca, Norma começou a comprar as refeições do rapaz, sempre um prato com comida do restaurante universitário. Ele também dormia ali, debruçado sobre a mesa. Apesar da aparência maltrapilha, barba e cabelos compridos e desorganizados, sempre fazia sua higiene pessoal no banheiro. Suas roupas eram doadas por outros freqüentadores da biblioteca. Sua mesa era exclusiva, ninguém podia sentar lá, se não era expulso por berros, ou até por livros e borrachas atirados por Fredo contra o invasor. Um trote clássico era mandar algum calouro no lugar de Frederico quando este ia ao banheiro. Sempre rendia boas risadas. A mesa também apresentava rabiscos dos cálculos mais variados: desde simples divisões até as mais complicadas funções logarítmicas, e diversas folhas de caderno amassadas, que ficavam se acumulando até que ele resolvesse jogá-las no lixo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Apesar das aparências, todos respeitavam Fredo. Alguns por medo, outros porque ele nunca fazia mal a ninguém. Algumas vezes até tirava duvidas dos estudantes, mas essas eram raras, geralmente ele os deixava falando sozinhos. A única pessoa com quem ele falava, mesmo que pouquíssimo, era Norma. Ela tratava-o como um filho, e muitos desavisados achavam que ela era sua mãe mesmo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;            Agora no meio da manhã, ele estava debruçado sobre sua mesa, escrevendo rapidamente, com um brilho diferente nos olhos. Estava diferente a manhã toda, se comunicava mais, até cumprimentava algumas pessoas que passavam por sua mesa. De repente, parou, levantou a folha na frente do rosto, para conferir seus cálculos. Um sorriso se abriu, revelando os dentes amarelados pelo café, e ele se levantou gritando animado, “&lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: verdana;"&gt;Acabei!”&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;. A biblioteca parou e todos o olharam. Ele recolheu suas coisas, cumprimentou Norma e saiu da biblioteca com um largo sorriso no rosto. Ninguém entendeu nada, e ele nunca mais voltou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Dedicado ao Lucas, e às conversas insanas na biblioteca.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31051959-115757726363545475?l=apenastente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apenastente.blogspot.com/feeds/115757726363545475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31051959&amp;postID=115757726363545475' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/115757726363545475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/115757726363545475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apenastente.blogspot.com/2006/09/fredo.html' title='Fredo'/><author><name>kaxopa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08119212647347471202</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ra5J6_wLy-s/TUdz4-DalLI/AAAAAAAAADo/dXW5iUbAmgE/s220/buenos%2Baires%2B%2528336%2529.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31051959.post-115706886684480241</id><published>2006-08-31T20:59:00.000-03:00</published><updated>2006-08-31T21:01:06.863-03:00</updated><title type='text'>Chinocas a berrar</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 18pt; font-family: verdana;"&gt;A história se passa em pleno século XVII e situa-se nos famosos pampas e estâncias gaúchas. Devido a Revolução Farroupilha contra o império, muitas mulheres ficavam sozinhas em casa na espera do retorno de seus homens. E é quando, debaixo de uma grossa chuva e protegidas em suas casas, duas finas moças iniciam a retórica abaixo transcrita. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt; font-family: verdana;"&gt;- Helena, enquanto me penteio, por que não me contas aquela estória em que fostes pega de namoricos com P. Paulo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt; font-family: verdana;"&gt;- Pois bem Manoela, vou-lhe contar o casa enquanto eu me maquio, assim &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;vario um pouco de assunto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 18pt; font-family: verdana;"&gt;Nesse exato momento, chegam ao aposento outras duas mulheres.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt; font-family: verdana;"&gt;- Ora vejam só! Helena irá descrever novamente sua aventura com P. Paulo! Deixem-me ficar aqui para que eu medeie a conversa e não deixe ela balbuciar inverdades. – Fala Maria Luiza assim que entra na cena.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt; font-family: verdana;"&gt;- Eu também anseio em desmentir todos os exageros de Helena! – Dispara Anita que também acaba de entrar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt; font-family: verdana;"&gt;- Tão bom quanto. – Diz helena. - Então vós mediais o caso e assim ficará provada que eu não sou uma mulher de faces!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt; font-family: verdana;"&gt;- Vós vedes amigas! Agora ela diz que não mente! Quão demasiado cinismo! – Vocifera Maria Luiza.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt; font-family: verdana;"&gt;- Hemos de concordar que Helena nunca foi mesmo uma guria por demais honesta. – Apóia Anita.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt; font-family: verdana;"&gt;- Oh! Vós sois ingratas! – Exalta-se Helena. Eu que pulo suas botas todos os dias e é assim que vós retribuís! Sinto-me ofendida!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt; font-family: verdana;"&gt;- Acalma-te prima Helena, eu remedeio suas dores e prometo-lhe que tu nunca mais precisarás polir botas alheias. – Consola Manoela que resolve entrar na discussão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt; font-family: verdana;"&gt;- Vós credes a qual baixo recurso ela se apóia para nos afrontar?! Polir botas! Ora! Não é mais do que sua obrigação, já que é a mais jovem dentre nós! – Continua Maria Luiza ainda aos gritos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt; font-family: verdana;"&gt;- Tu! Pares de gritar ou senão eu incendeio suas botas já! – Exalta-se Helena que parta para cima de Maria Luiza.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt; font-family: verdana;"&gt;- Odeio-te loura esganiçada! – Berra Maria L.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 18pt; font-family: verdana;"&gt;Dá-se então uma batalha épica onde só se via duas nobres damas rolando pelas capoeiras gaúchas afora que só é interrompida na sagrada hora do chimarrão, porque não se pode quebrar tradições.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 18pt; font-family: verdana;"&gt;Chegamos assim ao fim da nossa eloqüente e breve narrativa. E vós se por um acaso rides do texto, sabeis que acabais de aprender dezesseis formas verbais das mais difíceis de serem gravadas!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt; font-family: verdana;"&gt;Não acreditais?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt; font-family: verdana;"&gt;O texto está aí para que vós averigüeis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31051959-115706886684480241?l=apenastente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apenastente.blogspot.com/feeds/115706886684480241/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31051959&amp;postID=115706886684480241' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/115706886684480241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/115706886684480241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apenastente.blogspot.com/2006/08/chinocas-berrar.html' title='Chinocas a berrar'/><author><name>léo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11297684982017646747</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_cbUH4WPw7tc/SScxowHwx8I/AAAAAAAAABE/aQXWUDIPqsg/S220/PRAIA_1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31051959.post-115611923374725902</id><published>2006-08-20T21:12:00.000-03:00</published><updated>2006-09-17T22:20:58.070-03:00</updated><title type='text'>O mundo precisa jogar</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Lembro dos meus tempos de capoeirista. Lá no coração do Brasil, em minha querida Brasília, havia uma academia onde eu pude adentrar na mágica da dança e da luta genuinamente brasileira: a capoeira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A academia, não sei se ainda existe; porém, eu me lembro de um fato curioso quanto a sua localização. Em uma rua predominantemente comercial e em frente a uma antiga concessionária da Ford erguia-se a Raízes do Brasil, que mesmo má localizada atraía diversos praticantes, até mesmo de outras localidades.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Pois bem, meu intuito ao começar a redigir este texto não era de fazer publicidade, mas sim de compartilhar com vocês o que eu sentia naquela época e que só fui perceber anos depois, em meio aos devaneios que fatalmente me ocorrem quando me ponho a refletir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;No dia em que cheguei ao grupo de capoeira, mal conseguia me expressar devido a uma extrema timidez que até hoje me acomete, mas que naquele tempo era muito mais sufocante e angustiante do que nos tempos atuais. Fazia-me sofrer sem saber bem o porque.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;“Havaiano” era o apelido da primeira pessoa que me recebeu no grupo e também um dos únicos nomes que me vêm à memória quando lembro do grupo. Ele não era o meu mestre, contudo, foi um companheiro mais fiel e conselheiro do que o próprio professor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A música que embalava todos os treinos era reproduzida pelas antigas fitas K7, com seus nostálgicos e particulares chiados. E assim foi, dia após dia, treino após treino, fita após fita, que fui aprendendo a ginga da luta e me familiarizando com os rápidos movimentos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Entretanto, mesmo depois de meses de treino, eu não tinha coragem de entrar numa roda de capoeira nem de participar dos inúmeros eventos promovidos pela academia e a única pessoa com quem conversava era com o meu amigo corda azul, Havaiano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Até que um dia algo surpreendente aconteceu. Na véspera de meu aniversário o grupo com qual treinava, preparou uma comemoração surpresa que me emociona até hoje. Ao som de berimbaus, atabaques e pandeiros cantaram e comemoraram a data, com direito a Parabéns a Você e até mesmo uma letra de improviso cantada pelo fiel amigo Havaiano. Foi nesse dia no qual, finalmente, entrei na minha primeira roda de capoeira, um dia inesquecível, mesmo após tantos anos e com a memória já fraca.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E o que isso tem de mais? – você se perguntaria - Será que toda essa estória só pra falar de uma experiência pessoal? – Eu penso que não.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Esta lembrança dos meus longínquos tempos de lutador de capoeira me veio justamente num momento de angústia e aflição, no qual eu observava a sociedade “pós-moderna” da qual fazemos parte e percebia que estávamos perdemos valores por demasiado importantes. Poucas pessoas, na dita “sociedade”, fazem alguma coisa ao próximo apenas pelo simples prazer de fazer o outro feliz. Poucas também são aquelas que dão valor ao grupo, a amizade verdadeira e sem compromisso, tal qual belo exemplo foi aquela festa surpresa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Por isso eu penso que o mundo precisa refletir e relembrar que a vida não é só competição, testes, dinheiro, corrupção. O mundo tem de tomar consciência da alegria, da amizade, da música, da beleza.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O mundo precisa jogar capoeira.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31051959-115611923374725902?l=apenastente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apenastente.blogspot.com/feeds/115611923374725902/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31051959&amp;postID=115611923374725902' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/115611923374725902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/115611923374725902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apenastente.blogspot.com/2006/08/o-mundo-precisa-jogar.html' title='O mundo precisa jogar'/><author><name>léo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11297684982017646747</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_cbUH4WPw7tc/SScxowHwx8I/AAAAAAAAABE/aQXWUDIPqsg/S220/PRAIA_1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31051959.post-115539878716189431</id><published>2006-08-12T13:05:00.000-03:00</published><updated>2006-08-12T13:19:32.400-03:00</updated><title type='text'>Felicidade Suspensa</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O quarto está &lt;st1:personname productid="em sil￪ncio. A" st="on"&gt;em silêncio. A&lt;/st1:personname&gt; janela, como de hábito, deixa entrar brisas leves remanescentes da madrugada, embalando habilmente a coreografia das cortinas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Barulhos de chinelos no chão vêm do andar superior. Um celular toca pontualmente às seis horas. Lá fora a noite ainda se faz presente quando ele se levanta em direção ao seu amigo barulhento de todas as manhãs a fim de desligá-lo. Sua vista ainda não consegue captar todo ambiente enquanto ele vai esquecendo de todos os sonhos que tivera na noite anterior.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Seis bolachas de água e sal, meia tigela de cereal, um café magro. No elevador ele desce à garagem com mais duas pessoas, olhos fixos no ponto onde a cada andar um numero cresce, ou decresce. Embora o marcador esteja desregulado há mais de um ano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O carro é do ano; o paletó, importado. Ele resolveu – ou quem sabe esqueceu – que não iria usar gravata hoje, e sai da sua escura moradia. Lá fora o dia, mesmo com um céu límpido, já é tempestuoso. Milhares de pessoas estão nas ruas: vendedores ambulantes, trabalhadores, idosos abatidos na fila da previdência. Ele pára no sinal vermelho. Passa a mão na maçaneta da porta e no ativador do vidro elétrico tal qual um profissional ao mesmo tempo em que olha para os dois retrovisores. Nenhum perigo à vista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Um Mercedes-benz, abarrotado de pessoas, para ao lado de seu carro. Muitas dessas pessoas estão de pé, poucas são as sentadas. Um homem, portador de um bigode espesso e grisalho, olha para o interior do carro dele. Então ele pensa: “Já está na hora de eu colocar uma película mais opaca”. O homem do Mercedes abre um largo sorriso e acena para ele enquanto se distancia pelas ruas. O sinal abre, uma buzina insistente chega aos seus ouvidos e ele arranca logo após o homem sumir de sua vista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Chegando ao escritório nota, pela primeira vez, o livro que sua secretária lê: “Pequenos Milagres – Coincidências extraordinárias do dia-a-dia, editora sextante”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Dentro da sala, ele se dá conta de que nunca havia aberto as persianas que protegem a janela da luz exterior. Ergue então o mecanismo de cordas fazendo com que fulgurosos raios matinais adentrem na sala e iluminem as partículas suspensas pela poeira da persiana pouco usada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Neste momento passa um limpador de vidro pelo seu andar, é o mesmo homem do ônibus, o mesmo bigode grisalho que mais cedo havia acenado para ele. O homem, mais uma vez, não hesita em abrir um belo sorriso no seu rosto castigado e segue o seu trabalho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Rodrigo fica sozinho diante as janelas limpas. Resolve abri-las. Observa os passantes na rua e consegue diferenciar aquelas pessoas que estão satisfeitas ou tristes com a vida somente pelo modo de andar particular de cada uma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Depois de certo tempo observando a tudo estaticamente, sente a mesma brisa leve que entra em seu quarto todas as manhãs tocando o seu rosto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sorri.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A felicidade é óbvia.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31051959-115539878716189431?l=apenastente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apenastente.blogspot.com/feeds/115539878716189431/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31051959&amp;postID=115539878716189431' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/115539878716189431'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/115539878716189431'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apenastente.blogspot.com/2006/08/felicidade-suspensa.html' title='Felicidade Suspensa'/><author><name>léo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11297684982017646747</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_cbUH4WPw7tc/SScxowHwx8I/AAAAAAAAABE/aQXWUDIPqsg/S220/PRAIA_1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31051959.post-115420633929585220</id><published>2006-07-29T17:50:00.000-03:00</published><updated>2006-07-29T17:54:39.700-03:00</updated><title type='text'>Ela estava lá, simplesmente a atravessar.</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Angústia; medo. Sentada em sua cadeira de balanço, idosa e sábia amiga, ela olha para a avenida movimentada lá em baixo quando de súbito surge em sua frente, como um anagrama decifrado, a resposta sobre nós; os supostos seres racionais. Ela vê uma imensa tela pop representando a sublime fusão de duas simples embora temidas palavras: angústia e medo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Temos medo. Medo de rir; medo de chorar; medo de quebrar; medo de confiar; medo de pecar. Por quantas vezes não contemos o riso e seguramos o choro simplesmente pelo fato de que nenhuma outra pessoa na sala sorri ou derrama uma lágrima. Inúmeras foram as vezes em que hesitamos arriscar, ousar, gostar, perdoar. Portanto, como uma óbvia conseqüência, a angústia vem e instala-se, diariamente lembrada e maliciosamente disfarçada: estresses, depressões, doenças.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Depois procuramos saídas: remédio, análise, terapias. Ou senão apelamos: agonia, hipocrisia, rebeldia. Uma extensa trajetória então percorremos e no fim infelizmente muitos de nós terminamos tão medrosos e angustiados quanto estávamos no princípio. Terminamos vazios. Triste fardo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 34.8pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Ah, mas aí vem o alívio! Felizmente sabemos que também há aquele que percorre o mesmo caminho, a mesma estrada, porém encontra um desfecho que surpreende até mesmo a ele. Num dia qualquer, como em um estopim, ele estaca, e no meio da mesmice a enxerga, imensa, intensa. Finalmente vê a tela, surgindo de onde ela sempre esteve: do outro lado, era só olhar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;Feliz, ela se levanta, vai à cozinha e após o substancioso lanche da tarde, deita-se em sua cama e morre. Cheia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31051959-115420633929585220?l=apenastente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apenastente.blogspot.com/feeds/115420633929585220/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31051959&amp;postID=115420633929585220' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/115420633929585220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/115420633929585220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apenastente.blogspot.com/2006/07/ela-estava-l-simplesmente-atravessar.html' title='Ela estava lá, simplesmente a atravessar.'/><author><name>léo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11297684982017646747</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_cbUH4WPw7tc/SScxowHwx8I/AAAAAAAAABE/aQXWUDIPqsg/S220/PRAIA_1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31051959.post-115361809749655892</id><published>2006-07-22T22:24:00.000-03:00</published><updated>2006-07-22T22:28:17.516-03:00</updated><title type='text'>Despertar</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;span style="font-family: verdana;"&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Lá fora há flores, rios, campos, montanhas, nuvens, o Sol, pessoas, a vida. E você passa seus dias aqui, nessa escuridão, sozinho, apenas com seus pensamentos, esperando que todos concordem com você, mesmo sem saber o que você quer. O que você está fazendo? Ainda não percebeu? Você não está sozinho. Existem muitos como você. Poucos ousaram tentar escapar, e você pode ser um dos que conseguiram. Está com medo? Tolo. Não há o que temer. Olhe para mim. Não pense desse jeito. Você vai conseguir. É simples. Vamos. Não tenha medo. Quebre o muro. Eu te espero lá fora.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31051959-115361809749655892?l=apenastente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apenastente.blogspot.com/feeds/115361809749655892/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31051959&amp;postID=115361809749655892' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/115361809749655892'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/115361809749655892'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apenastente.blogspot.com/2006/07/despertar.html' title='Despertar'/><author><name>kaxopa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08119212647347471202</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ra5J6_wLy-s/TUdz4-DalLI/AAAAAAAAADo/dXW5iUbAmgE/s220/buenos%2Baires%2B%2528336%2529.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31051959.post-115316810746504127</id><published>2006-07-17T17:27:00.000-03:00</published><updated>2006-07-17T17:29:21.766-03:00</updated><title type='text'>Saciado</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" face="webdings" style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt; font-family: verdana;"&gt;Sentada como todos os dias naquela cadeira que de forma peculiar já era sua, eu a observava. Começo então a refletir sobre todos os anos em que passei ao lado desta mulher, tudo o que nós passamos juntos, as crises, as vitórias, o tetra, o penta, quem sabe o hexa... Tudo vinha numa avalanche de sentimentos que tive que me controlar para não chorar ali diante dela, mas era tão intenso que agora acho que deixei de alguma forma transparecer o que sentia naquele momento. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt; font-family: verdana;"&gt;Lembro do primeiro dia que parei pra perceber o que ela representava realmente na minha vida, confesso que foi em um momento de raiva, desejei nunca ter a conhecido, queria poder nunca mais encontra-la. Contudo por mais que eu forçasse a nossa separação, algo continuava nos unindo, uma força maior, algo inexplicável, mágico. Eu sei, eu sei, toda essa ladainha de forças e energias que unem duas pessoas, metade da laranja, tampa da panela, isso tudo já é tão batido, porém foram esses os únicos termos que encontrei &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;para dar forma o que pra mim era imaterial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt; font-family: verdana;"&gt;Ali, na minha frente, nada mais comum que isso afinal já são 20 anos em que sentamos de frente um para o outros todos os dias, percebi que não poderia viver sem essa mulher, indubitavelmente não conseguia imaginar o mundo sem ela, amava-a. Amava esta pois foi ela a única a estar sempre apoiando meus planos, minhas ambições, enxugando minhas lágrimas quando não dá certo, afagando-me em seus tenros braços, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt; font-family: verdana;"&gt;Seu prato estava já no fim, ela então percebe o meu momento de contemplação. Um pouco envergonhada ela cruza seu olhar com o meu, sorri um sorriso tão cativante tal qual sua própria pessoa e me pergunta com sua voz eternamente doce:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt; font-family: verdana;"&gt;- Filho, já acabou?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt; font-family: verdana;"&gt;- Sim mamãe; já não sinto fome. – respondo eu &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt; font-family: verdana;"&gt;Não consigo segurar, por entre meus lábios que agora também abrigam um sorriso, choro. De felicidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31051959-115316810746504127?l=apenastente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apenastente.blogspot.com/feeds/115316810746504127/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31051959&amp;postID=115316810746504127' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/115316810746504127'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/115316810746504127'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apenastente.blogspot.com/2006/07/saciado.html' title='Saciado'/><author><name>léo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11297684982017646747</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_cbUH4WPw7tc/SScxowHwx8I/AAAAAAAAABE/aQXWUDIPqsg/S220/PRAIA_1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31051959.post-115276178732858205</id><published>2006-07-13T00:36:00.000-03:00</published><updated>2006-07-13T00:36:27.340-03:00</updated><title type='text'>Ele, I.M.L nº. 433</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Uma luz se acende e ele a observa; melancólico. Numa nebulosa noite de inverno vê-se uma janela pequena; como um único ponto no breu de uma madrugada fria. Madruga essa onde a maioria sonha e anseia as mais profundas vontades; quantos não são os incontáveis segredos revelados em apenas uma única noite; quantas não são as invenções idealizadas; quantas não são as tristezas relembradas. Porém, lá está um pedaço da noite que acaba de se iluminar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Do lugar onde se encontra, o sujeito pouco consegue discernir o emaranhado de edificações, as milhares de janelas. Contudo, ele vê, como uma rosa que nasce na savana amarela, uma janela que acaba de acender. Ele então se questiona do por que a pessoa que habita a janela também não está sonhando? Por que ela também não consegue dormir? Por que somente esta, dentre várias, tocou o interruptor às três da manhã?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ele pensa na possibilidade de existir outra pessoa como ele, e tão perto, logo ali, duas ruas depois da sua. Pensa se existirá mesmo um outro alguém que não se sinta parte desse mundo, onde uma marca numa camiseta vale mais do que uma boa ação ou uma ajuda espontânea. Existirá mesmo outrem que se indigne ao assistir crianças desde pequenas aprendendo a levar vantagem sobre o outro, sendo induzidas a burlar leis e condutas cada vez mais cedo. Uma faísca de esperança ousa nascer nos pensamentos dele.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Contudo ele não se ilude novamente. Daquele coração experiente e castigado nada mais germinará. Não há mais como mudar; as raízes do problema, segundo ele, já estão tão profundas que envolvem todo o planeta. Não há mais retornos a se tomar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Uma brisa leve e fresca sopra. Ele cai. Ouve-se um baque surdo e vazio na noite. A luz se apaga. A cidade dorme.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31051959-115276178732858205?l=apenastente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apenastente.blogspot.com/feeds/115276178732858205/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31051959&amp;postID=115276178732858205' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/115276178732858205'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31051959/posts/default/115276178732858205'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apenastente.blogspot.com/2006/07/ele-iml-n-433.html' title='Ele, I.M.L nº. 433'/><author><name>léo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11297684982017646747</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_cbUH4WPw7tc/SScxowHwx8I/AAAAAAAAABE/aQXWUDIPqsg/S220/PRAIA_1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
